segunda-feira, 30 de maio de 2011

BULLYING

“ BULLYING: O MODISMO CRUEL”

Quando abordamos o tema “violência nas escolas”, nos vêm em mente formas explícitas de violência: vandalismo, pixação, rixas e agressões contra professores. Porém esquecemos – ou desconhecemos – que a escola convive com uma violência ainda mais cruel.

Trata-se do “Fenômeno Bullying

BULLYING DERIVA DA PALAVRA INGLESA BULLY,QUE,ENQUANTO SUBSTANTIVO,SIGNIFICA VALENTÃO,TIRANO E, COMO VERBO, BRUTALIZAR,TIRANIZAR,AMEDRONTAR.. COMO PRÁTICA,O TERMO SIGNIFICA FORMAS DE AGRESSÕES INTENCIONAIS E REPETIDAS ADOTADAS SEM MOTIVAÇÕES EVIDENTES E DIRECIONADA AOS OUTROS.

É UM FENÔMENO DEVASTADOR,PODENDO VIR AFETAR A AUTO-ESTIMAE A SAÚDE MENTAL DOS ADOLESCENTES, ASSIM COMO DESENCADEAR PROBLEMAS COMO ANEROXIA, BULIMIA,DEPRESSÃO,ANSIEDADE E ATÉ MESMO O SUÍCIDIO.

Estamos falando do isolamento intencional, dos apelidos inconvenientes, da amplificação dos defeitos estéticos, do amedrontamento, das gozações que magoam e constrangem, chegando à extorsão de bens pessoais, imposição física para obter vantagens, passando pelo racismo e pela homofobia, sendo “culpa” dos alvos das agressões, geralmente, o simples fato de serem “diferentes”, fugirem dos padrões comuns à turma – o gordinho, o calado, o mais estudioso, o mais pobre.

sábado, 21 de maio de 2011

Projeto de Relações Humanas-IEESJB (III-PARTE)

Monocultura causa desequilíbrios ambientais


A monocultura de eucalipto está contribuindo para alguns fenômenos de desequilíbrio ambientais verificados no Estado. A grande quantidade de agrotóxico utilizado pelas monoculturas intensifica fenômenos como a infestação de besouros em Bagé e o sumiço de abelhas em várias cidades gaúchas.
A monocultura do eucalipto aumenta os efeitos já causados pelo plantio em larga escala de outras culturas, como a soja, e alguns reflexos das mudanças climáticas, como a estiagem. O eucalipto, que é cortado sete anos depois do seu plantio. Durante o período de crescimento, as mudas recebem pelo menos cinco aplicações de herbicidas e formicidas de grande impacto.

A infestação de besouros, conhecidos como cascudo se iniciou em Bagé, quando a população desses insetos chegou a dobrar. Já o sumiço das abelhas tem sido registrado em várias cidades da região sul, como Nonoai, Erechim e São Borja, onde existe plantação de eucalipto. No entanto, o sumiço dos enxames também foi constatado em locais da região norte, onde há plantação de acácia negra, outra espécie usada nas monoculturas para produção de celulose. Além disso, o uso de agrotóxicos prejudica especialmente o agricultor, que não costuma usar equipamentos de proteção pessoal.
O ambiental nunca vem sozinho. Quando há um desastre ambiental, com certeza, nós vamos ter problemas sociais e econômicos muito grandes também, porque essa monocultura do eucalipto da forma como está avançando ela começa, cada vez mais, a diminuir a quantidade de possibilidade de terras para reforma agrária, para assentamento de famílias, para plantios.


Este assunto deveria ser mais bem estudado e analisado, tanto pelas autoridades municipais como pelos produtores que estão sendo iludidos e induzidos a entrarem confiantes em uma atividade que não conhecem. Até o momento não há contraponto, apenas a versão da milagrosa “oito em oitenta” pregados pelas empresas que exploram a atividade.

Projeto de Relações Humanas-IEESJB (II-PARTE)

CELULOSE: O PREÇO DA BRANCURA
Matéria-prima básica da indústria do papel, a celulose é um material fibroso presente na madeira e nos vegetais em geral. No processo de fabricação, primeiro a madeira é descascada e picada em lascas (chamadas cavacos), depois é cozida com produtos químicos, para separar a celulose da lignina e demais componentes vegetais. O líquido resultante do cozimento, chamado licor negro, é armazenado em lagoas de decantação, onde recebe tratamento antes de retornar aos corpos de água.

A etapa seguinte, é a mais crítica, é o branqueamento da celulose, um processo que envolve várias lavagens para retirar impurezas e clarear a pasta que será usada para fazer o papel. Até pouco tempo, o branqueamento era feito com cloro elementar, que foi substituído pelo dióxido de cloro para minimizar a formação de dioxinas (compostos organoclorados resultantes da associação de matéria orgânica e cloro). Embora essa mudança tenha ajudado a reduzir a contaminação, ela não elimina completamente às dioxinas. Esses compostos, classificados pela EPA, a agência ambiental norte-americana, como o mais potente cancerígeno já testado em laboratórios, também estão associados a várias doenças do sistema endócrino, reprodutivo, nervoso e imunológico.

Mesmo com o tratamento de efluentes na fábrica, as dioxinas permanecem e são lançadas nos rios, contaminando a água, o solo e conseqüentemente a vegetação e os animais (inclusive os que são usados para consumo humano). No organismo dos animais e do homem, as dioxinas têm efeito cumulativo, ou seja, não são eliminadas e vão se armazenando nos tecidos gordurosos do corpo.

A Europa já aboliu completamente o cloro na fabricação do papel. Lá o branqueamento é feito com oxigênio, peróxido de hidrogênio e ozônio, processo conhecido como total chlorine free (TCF). Já nos Estados Unidos e no Brasil, e em favor de interesses da indústria do cloro, o dióxido de cloro continua sendo usado.

Ao negligenciar medidas de segurança, as indústrias de papel também ficam vulneráveis a acidentes ambientais graves, como ocorreu há pouco mais de um ano na Fábrica Cataguazes de Papel, em Cataguazes (MG). O rompimento de uma lagoa de tratamento de efluentes provocou o derramamento de cerca de 1,2 bilhões de litros de resíduos tóxicos no Córrego Cágados, que logo chegaram aos rios Pomba e Paraíba do Sul. A contaminação atingiu oito municípios e deixou cerca de 600 mil habitantes sem água. Com a morte dos peixes, pescadores e populações ribeirinhas ficaram sem seu principal meio de subsistência.

Projeto de Relações Humanas-IEESJB

Projeto de Relações Humanas-IEESJB

Este projeto de pesquisa tem por finalidade esclarecer e informar
Sobre os malefícios causados ao meio-ambiente e a todos os seres vivos nos lugares onde planta-se eucalipto ou acácias, pois muito tem se falado sobre ser contra ou a favor ao respectivo plantio sem, muitas vezes, se ter a consciência dos seus terríveis danos. Hoje, em nosso município, temos uma área de 20% q foi destinada a essa atividade.
Quando começou a monocultura de acácia e eucalipto em nosso município a única certeza que tínhamos era a que esse plantio iria resultar em emprego a muitos hervalenses que estavam afastados do mercado de trabalho. Hoje, com o passar do tempo, nos deparamos com a realidade que esse mercado insistia em esconder, a de que o gerador de empregos que fora tão bem-vindo traria consigo danos irreparáveis e irreversíveis em nossas belezas naturais.

domingo, 8 de maio de 2011

A TODAS MÃES AS MINHAS MAIS SINCERAS HOMENAGENS PELO NOSSO DIA!

ESSE PENSA II


VIDEOMANIA


Bobby Kent (Nick Stahl) vive amedrontando os garotos de sua escola. Cansados de sua atitude, eles se juntam e decidem lhe dar uma lição, atraindo-o até um pântano e espancando-o até sua morte. Entre os garotos estão também alguns amigos de Bobby, que aproveitam a oportunidade para tomar seu lugar. O assasinato provoca reações distintas na comunidade em que vivem, que vão do choque pela brutalidade do ocorrido até mesmo a sensação de que Bobby recebeu o que merecia.